Resumo
É vontade de Deus que sejamos prósperos e
abençoados, ou seja, ele quer nos ver bem no nosso espírito, alma, corpo, nos
relacionamentos e também nas finanças. Não podemos pensar que Deus vê a
prosperidade financeira como algo ruim, isso faz parte da benção Dele pra nós,
tudo que devemos fazer é crer e receber. Há um real propósito em Deus de nos
fazer prosperar, que é de nos tonar uma benção. Nós só saberemos que realmente
estamos prosperando, se estivermos dando. O nosso ato de dar, trará patrocínios
à obra do reino de Deus, e nos fará liberar a nossa fé e amor. Além de Conhecer
a vontade e o propósito do Senhor sobre a nossa prosperidade financeira,
precisamos também está cientes de que o dono de toda riqueza é o Senhor. Sendo
assim, todo dinheiro que possamos ter, não é verdadeiramente nosso, na verdade
somos apenas mordomos das riquezas de Deus, e essa consciência nos trará o
senso de responsabilidade de cumprir a vontade de Deus com toda riqueza que Ele
confiou em nossas mãos. Deus em sua Palavra nos revela um fundamento importante
para caminhar na benção do Senhor que é o princípio das primícias. Entregar as
primícias ao Senhor é uma forma de reconhecer a sua autoridade dando-lhe a
honra como Ele ordena e também ficar debaixo da prosperidade que Ele deseja
para nós. As primícias em toda a bíblia ficam bem claras para nós como sendo a
décima parte, assim se estabelece os dízimos do Senhor. O dízimo transcende a
Lei, e permanece na nova aliança como um ato de adoração voluntário, devendo
ser entregue com alegria em um espírito de liberdade. Os princípios das bênçãos
que são atraídas pelos dízimos também permanecem, logo, dizimar é adorar a Deus
e permitir que ele abra as janelas dos céus para nós. Prosperidade e pobreza
estão na lista do que é benção e maldição, assim, quando Jesus foi para cruz,
ele levou pra lá a maldição da pobreza, e ao ressurgir nos trouxe a benção da
riqueza. Essa benção material é também parte de Israel possuindo a terra, com o
nosso ato de entregar os dízimos e prosperar, ali ele nos mostra que a terra
prometida, que representa a abundância é ter mais que suficiente, foi
conquistada após a obediência deles em conquistar e entregar Jericó. Essa
cidade seria do Senhor, ou seja, a primeira parte; Israel obedeceu, e por ter
entregado ao Senhor o dízimo da terra, o povo ficou debaixo da benção do Senhor
para a prosperidade. E assim que entraram na terra, o Senhor os advertiu sobre
um dos maiores perigos da riqueza; o orgulho. Deus deseja que todos nós sejamos
abundantemente prósperos, mas jamais devemos esquecer que todas as bênçãos que
possuímos vieram Dele. Nunca devemos amar as bênçãos mais do que o abençoador.
Buscar em primeiro lugar o Reino de Deus é uma das chaves da prosperidade; mas
também reconhecer que temos um inimigo e exercermos a nossa autoridade sobre o
que é nosso; é outra chave. Satanás ainda está na terra, e ele muitas vezes tem
o poder de tocar no nosso dinheiro, mas Jesus nos deu toda autoridade sobre
ele, devemos resisti-lo e ordená-lo que solte o nosso dinheiro no Nome poderoso
de Jesus. Além da nossa autoridade, devemos nos lembrar da lei da semeadura e
da colheita; “o que o homem plantar, isso certamente ele colherá”. Se plantarmos
maçãs, colheremos maçãs; se plantarmos dinheiro, colheremos dinheiro, se plantarmos
amor, colheremos amigos. Essa é uma Lei de justiça estabelecida por Deus, e que
opera eficazmente em nossas finanças, o nosso ato de dar deve se tornar um
hábito; dar com alegria e com um coração voluntário, nos tornará saudáveis
financeiramente, e com colheitas certas em nossas vidas. A benção de Deus faz
parte da nossa vida, Ele já nos abençoou, assim como Ele abençoou a Abraão,
tudo que precisamos fazer é crer e receber pela fé a benção de Deus nas nossas
vidas. Uma vida abençoada é diferente de uma vida movida por milagres, apesar
de ser espetacular, milagre não é benção de Deus, é um ato de sua misericórdia
por nós em momentos de crises. O povo de Israel experimentou o milagre de comer
o maná todos os dias, por que eles estavam num deserto, mas, o real plano de
Deus era leva-los a uma terra mais abundante onde eles pudessem plantar e
colher. O que nos ensina que enquanto o milagre é momentâneo, a benção é
eterna. No milagre não há semente, mas na benção têm-se as sementes para que
sejam sempre plantadas e reproduzidas. A benção nós já a temos em Deus, e nada
pode tirá-las de nós, a não ser a incredulidade e a infidelidade na entrega das
primícias. Receber e se apoderar da benção do Senhor é algo que fazemos pela
fé, reconhecendo que não será com as nossas forças ou com a nossa capacidade.
Ter a revelação de Deus como o El-shaddai é o primeiro passo, El-shaddai; o
Deus que é mais do que suficiente, receber a benção com essa consciência e
entregar a Ele a semente, nos fará conhecer o grande Jeová Jiré. Através de
El-shaddai eu recebo a benção e entrego as primícias, e Jeová Jiré multiplica a
semente. Diante das bênçãos de Deus sobre nós, precisamos ser sábios com o
dinheiro que Deus nos dá, fazer planos guiados pelo Espírito e ter força, garra
e ânimo para trabalhar com diligência e excelência. Nesse tempo do fim, Deus
nos confiará riquezas para investirmos na propagação do evangelho. Não podemos
nesses dias de hoje pensar em riquezas para gastarmos em nossos deleites, mas
para promovermos o Reino de Deus, sabendo que o fim está próximo quando de Deus
receberemos as verdadeiras riquezas.
